Sempre achamos que falta muito,
muito se fala nos oitenta, como
se há anos luz estivesse e nesse
tempo é como se tudo esquecêssemos e
tudo lembrássemos, adiamos os beijos,
abraços, perdões e sermões para depois
e quando abrimos os olhos chegamos, ou
os que amamos chegaram, a marca fatídica.
É pois urgente o amor e perdão, a construção
da estrada do sempre para preparar o adeus.
Nenhum comentário:
Postar um comentário