quarta-feira, 30 de novembro de 2016

INEXORÁVEL II



                E agora o que dizer a este país chamado “do futebol” sobre a inexorabilidade de que tratei na postagem anterior?

                 Os sonhos destruídos em minutos, a nação e o mundo estarrecidos diante da crueldade do destino, os rostos incrédulos, as vozes embargadas, o silêncio da pequena, mas próspera cidade a oeste de Florianópolis na bela e Santa Catarina dizem bem do nosso estarrecimento frente ao inexorável.

                Erro humano, pouco combustível, mau tempo, não interessa infelizmente a verdade não mitigará nossa dor, embora precise ser criteriosamente apurada e que aprendamos com os erros, numa atividade de risco como a aeronáutica o máximo de cuidado e apuro são imprescindíveis.

                Que sejamos também capazes sempre de externarmos nossos mais nobres sentimentos, exercitarmos diariamente nossa tolerância, resiliência e principalmente amor pelo próximo e não deixemos o perdão, a aceitação, a caridade os beijos e abraços para depois ou podemos perder a chance de praticar essas ações.

                 Somos todos chapecoenses.                   

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

INEXORÁVEL


                                                              

                               Ultimamente tenho tido muitos motivos para pensar no sentido dessa palavra _Que não se deixa dobrar por rogos ou súplicas; implacável, inflexível; reto, muito severo.

                                               E quão implacável nos parece a morte repentina e aparentemente inexplicável de uma pessoa jovem amada pela família, estimada pelos amigos e conhecidos mesmo para aqueles que crêem na sabedoria divina,_Ia sofrer com alguma doença, alguma grande perda e justamente por ter tantas qualidades foi poupada, talvez, mas a incerteza desse talvez nos maltrata sobremaneira.

                Então só nos resta uma jaculatória que ouvi certa vez e jamais esqueci: Pai já que não entendo daí-me aceitar.          

 

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

PROCON


                 De alguns anos pra cá compro velas de sete dias que só duram cinco, minha operadora de telefonia me cobra planos que não pedi, ofertas que não solicitei e não quero, meu banco se esbalda em me cobrar taxas exorbitantes e algumas que nem reconheço, acendedores elétricos que só funcionam alguns dias, rádios a pilha que não funcionam nem um dia, embalagens “abra aqui” que simplesmente não abrem, carro zero que dois meses depois descubro que necessitam de recall urgente _Nossa se a senhora corresse tinha se matado”.

                Celular com defeito semanal, geladeira que não gela, fósforo que solta fagulhas, sem cabeça, cabeça que quebra a dele e a minha, recebo e-mail do sac. da marca famosa dizendo do acuro de sua produção, acuro?Cruzes.

                Tudo bem, tudo de marca, mas a qualidade também deixa a desejar.

                E o que dizer dos políticos que elejo ou que os outros elegem, de juízes que, para não ter seus privilégios revelados como manda a lei, processam jornalistas e jornalistas que em nome da muito bem vinda liberdade de imprensa extrapolam, ofendem , enganam , exageram...

                Procuro o PROCON ...todas as vezes...ah! nem pensar tenho mais o que fazer,k.k.k.