Vi seu lânguido corpinho bicolor
a
margem do asfalto, dormiria
na
chuva torrencial?
Dormia.
O sono eterno.
Pobre
serzinho, oxalá
sua
alma descanse
sem
dono irresponsável,
nem
carros assassinos.
Belo poema, Sonia Cardoso. Muito sensível.
ResponderExcluirBelo poema, Sonia Cardoso. Muito sensível.
ResponderExcluirBelo mais triste
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