sábado, 26 de março de 2016

Ingreis pro ceis



 

                Em solo tupiniquim onde as estatísticas nos dizem que um número absurdo de pessoas não sabe ler ou escrever e outras tantas são analfabetas funcionais, estamos todos dow no high society, amor? Só love, livre? Só free, portanto keep calm.

                E calma neste caso é fundamental, pois claro que a língua é dinâmica e que nenhuma escapa dos anglicismos só que estamos exagerando, basta pegar qualquer texto erudito ou não e lá vamos contar diversos vocábulos na língua de tio Sam e alguns oriundos de outras paragens não é, portanto, só à luz da ligth que estamos existem também os abajures, assim mesmo, aportuguesado, outra mania meio estranha que tem feito graçar os Uiliam e as Carolaines.

                Irrita ver por aí não só os indefectíveis loves, welcomes, friends e outros tais e sempre me pergunto o que há contra os bem-vindos e amores ou amigos em português??? Teria mesmo mais charme que a língua pátria? Não acho, pelo contrário amo essa língua com tudo que ela possa carregar de negativo.

                      

                               

                                                              

 

 

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